Foi lá chamou para si a responsabilidade. Estava confiante e, para convencer seus dez companheiros e o treinador de que era o mais preparado para fazê-lo, usou do argumento de que nunca havia desperdiçado uma penalidade máxima. Só não revelou, mesmo porque ninguém lhe perguntou, que jamais havia cobrado um pênalti antes.
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