Com a cabeça na minha Terrinha, rascunhei dois poemas que foram publicados na página da Academia de Letras de Crateús. Em um deles reafirmo a minha crença de que a prancha de surfe não foi inventada pelos Havaianos. Haja vista que em tempos ancestrais, no Poty que banha Crateús e Ibiapaba, homens pré-históricos de cabeça chata equilibravam-se hábeis em longas pranchas de Mulungu.
Inscrições rupestres nos paredões da Serra da Ibiapaba, cuja localização não sei precisar pois soube-o pela tradição oral, o atestam.
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